Escapadinha no Douro – Parte 3

Parte 3

– Boa! Exclamou o J, que logo se refreou um pouco perante a minha quase indiferença.
– Excelente ideia I, concordou o P, e como temos pouca roupa em cima de nós acaba num instante. Risos.
– Não sei não…disse eu, tentando reverter a decisão que parecia tomada.
– Qual é o problema? De qualquer forma já nos vimos todos nuzinhos hoje à tarde! Argumentou o J.

Estava-se mesmo a ver onde eles nos queriam levar, mas perante tanta insistência e concordância, não seria eu a estragar o barato. Tb era claro que o J concordaria com tudo o que levasse aquele encontro para outro patamar.
O jogo começou e lá se foram contando histórias da juventude e da importância que os jogos de cartas tinham para passarmos o tempo. Havia alguma dificuldade em tirar as cartas do baralho em pé devido aos copos que tínhamos bebido até que o P, desastradamente, deixou cair o baralho. Óbvio que acabou por perder o jogo.

As atenções centraram-se nele que com à vontade se levantou e começou a cantarolar uma música de strip enquanto ensaiou tirar os calções olhando para mim. Desviei o olhar para o meu marido, nervosa. O P então acabou por tirar a t-shirt, dizendo: fica para a próxima…
O jogo continuou e eu cheia de cuidado a cada vez que ia ao burro em pé. Afinal de contas só tinha uma peça em cima de mim.
A seguir foi a I a ficar com o burro tb indo ao baralho com pouco cuidado…havia ali gato! Pôs-se de pé, agora todos ensaiámos a música de strip e ela vagarosamente, foi fazendo deslizar os calções de pijama, mostrando a linha do bronzeado, baixando mais um pouco para se ver o rego do rabo, e sempre ondulando ao som da nossa cançoneta de strip, enquanto se concentrava o olhar nos homens em jeito de provocação. Quando já estava com o rabo todo à mostra, chegou-se perto do J e pediu-lhe para ser ele a fazer cair os calções no chão. O J antes de o fazer, olhou para mim, em jeito de pedido de autorização e perante o meu riso nervoso enquanto encolhia os ombros, ele aceitou o desafio, quase lhe tocando no rabo com a cara enquanto empurrava os calções até aos pés. Ela ficou só com a blusa, com os bicos cada vez mais espetados e total à vontade.

Aquilo estava quente e nem queria imaginar que chegasse a minha vez.

Jogada após jogada lá foram ficando sem roupa até que era o P, já só com cuecas, deitou o baralho a baixo, de propósito. Foi visível. Íamos nós na terceira garrafa e a desinibição era muito evidente. O P põe-se em pé e era óbvia já a ereção por debaixo. Olhou para a I, olhou para mim e finalmente dirigindo-se ao J disse: chegou o momento da verdade, enquanto puxou as cuecas para baixo sem direito a canção de strip. Confesso que não fiz nada para evitar olhar para o membro do P, já com grande excitação. Um homem bem constituído, talvez um pouco maior do que o do meu marido.

Notei então que o J olhava fixamente para mim totalmente “distraída” com a cena. Afinal de contas era a primeira vez que tinha um homem por perto nu e totalmente exposto. Corei claro e o J piorou tudo ao se debruçar para me dar um beijo.

A cena repetiu-se um a um tendo chegado a vez do J tirar as calças…só que por debaixo nada trazia…ainda por cima estava tb com uma ereção… que instintivamente tentou tapar com as mãos ao que I exclamou: – nem penses! Contra as regras! O P tb não tapou nada. Assim foi. O J tirou as mãos mostrou a sua excitação que agora parecia ainda maior, e sentou-se comigo e a I a cantarolar o strip. A I não deixou escapar a ocasião: – eh lá! S, ele fica sempre assim quando joga às cartas?
– Não, só quando pressente que jogo tem prémio…, respondi de forma sarcástica.
– Minha querida, só faltas tu…não é justo! Vá, bebe lá mais um copo para que o burro não se aguente tanto em pé. Ela já tinha perdido a roupa toda – que eram apenas duas peças. Tinha umas mamas bonitas que não sendo grandes eram muito bem feitas e sobretudo sobressaiam uns bicos espetados.

O jogo recomeçou e eu estava ainda com mais cuidado que nunca. Cada vez que ia ao baralho eles tentavam distrair-me mas lá me ia aguentando, até que, ao tirar mais uma carta…o baralho caiu. Tive a nítida sensação que a mesa havia tremido, mas todos eles garantiram que não e que eu estava a tentar fugir às regras.
Tinha chegado o momento. Levantei-me, eles começaram a entoar o strip, e eu tirei a primeira alça do vestido o qual ficou preso no meu peito, sem cair. Olhei para o J que me deu segurança e deixei cair a outra alça e as minhas mamas estavam a descoberto com o vestido pendendo na minha cintura. Um breve silêncio na varanda enquanto me dirigi ao meu marido para ele me ajudar, ou para me sentir menos desamparada, pondo-me de costas para eles. Espreitei-os por cima do ombro e a I estava refastelada na cadeira, com as pernas semi-abertas, expondo a rachinha, enquanto o P mais ou menos na mesma posição, exibia o seu caralho horto com uma cara entre o desejo e sorriso aparvalhado.

Eu nem sabia bem o que sentia. Talvez entre o receio, a vergonha e a tremenda excitação de toda esta noite e do momento. O J que também espreitava ao mesmo tempo, começou então o ritmo do strip, logo acompanhado muito alto pelo outro casal, e prestou-se a acabar o que eu havia iniciado. Parou então, fitou-me nos olhos, e puxou-me suavemente pelos ombros obrigando-me a dobrar, e deu-me um beijo que era para ser rápido mas que acabou por ser mais demorado com a língua dele a percorrer-me todos os cantos da boca, dos lábios, com perícia e lasciva. Ao debruçar-me para o beijar o vestido acabou por cair e o meu bum-bum, esticadinho e lisinho nessa posição, tornou-se numa visão entesoante para eles, de certeza. O J segurava-me agora nos ombros obrigando-me a ficar naquela posição enquanto me beijava ardentemente. Assim ficámos por momentos, que por mim pareceram uma eternidade. O J espreitou então para trás de nós e sussurrou-me ao ouvido “- abre mais um pouco as pernas…”. Engoli em seco e fiz-lhe a vontade. O beijo retomou ainda com mais energia e já não era preciso ele puxar-me pelos ombros. Eu estiquei mais um pouco o rabo expondo a minha coninha enquanto as mãos do meu marido iam acariciando o meu corpo, a minha pele lentamente até chegarem às minhas mamas pendentes.

As minhas pernas já se queixavam daquela posição e afinal de contas já tinha cumprido o castigo do jogo. Quando me viro deparo com os dois na mesma posição mas a I empunhando o caralho do P e este com a mão entre as pernas dela, numa dupla masturbação.
– Peço desculpa, mas depois dessa cena, era difícil ficarmos quietos… justificaram eles.

Sentia-me híper-excitada, quente, com espasmos vaginais, cheia de tesão, mas não consegui responder. O meu marido saiu da cadeira com o pau em riste, com uma expressão meio alucinada e veio beijar-me de pé. Eles continuaram como estavam a olhar para nós, até que a I se debruçou sobre ele sem largar a verga do P e beijou-o.
Não sei quanto tempo durou. O J e eu estávamos agora em pé com ele a apalpar-me o rabo e a tentar introduzir um dedo no meu buraquinho. Algo me impedia de lhe facilitar a vida, mas não conseguia despregar a vista dos dois a beijarem-se na cadeira e da I a afagar o pénis teso e imponente do P. Uma cena pornográfica ao vivo e uma distância que quase dava para sentir o cheiro e o calor daqueles corpos.
Puxei então o J pelo braço e dirigimo-nos para dentro, para o quarto, deixando os dois mais à vontade. Não que não me estivesse a dar gozo ver a cena, mas quatro era demais e eu queria extravasar o tesão acumulado com o meu marido.

Já perto da cama as carícias e os beijos tomaram vida própria e ambos os corpos se colaram, apertando-se um contra o outro, sentindo o caralho do J no meu ventre, quente, a pulsar de tesão. Lá fora, a I tinha-se colocado sobre o P e continuava a beijá-lo sofregamente enquanto o seu tronco já ondulava sobre ele em sinal óbvio de penetração.
As mãos do J massajavam a sua lelezinha e os meus olhos aumentavam a intensidade do meu tesão a ver aqueles dois a fazer amor lá fora. A I olhava agora para dentro, para mim, com uma cara de prazer absorvente, quase teatral, acolhendo o seu homem dentro si, esfregando-se no corpo dele em movimentos ritmados.
O J tentou empurrar-me para cima da cama, a que acedi, mas deitada perderia o contacto com o outro casal, pelo que abandonei de imediato a posição e pedi ao J para se deitar ele ao longo da cama ficando eu por cima a fazer-lhe um broche. De lado, para a janela ambos poderíamos continuar a excitar-nos com a visão de tesão que vinha de fora.
O meu maridinho estava com uma tesão descomunal, duro, a cabeçorra do seu largo caralho roxa e soltava já aquele líquido lubrificador transparente quase dispensando a minha saliva para ficar totalmente preparado para a ação. Ainda assim, concentrei-me nele por alguns momentos, até porque chupá-lo assim bem duro, a pulsar, a saborear aquele fluido inicial é muito bom, de 4, enquanto ia espreitando o J, buscando as faces de prazer dele, que ora me fitava ora ficava extasiado a olhar para a varanda onde a I montava agora o P com maior velocidade e com os pés apoiados nos braços da cadeira, totalmente de cócoras facilitando movimentos mais rápidos e amplos de penetração. Era ela que dominava.

Perde-se a noção do tempo a fazer amor.
Devo ter estado alguns minutos a chupá-lo, sem necessidade de contemplar o P e a I, até que o J começa a pressionar com a mão o meu lado direito forçando o meu corpo a rodar com o traseiro virado para a janela. Do outro lado, a I estava agora tb de 4 em cima da cadeira com o bum-bum totalmente virado para nós, mostrando o rosado da coninha, enquanto fazia um broche ao P que estava de pé enquanto esticando-se um pouco tinha as mãos nas nádegas dela, abrindo-as para nós, para facilitar a visão da rachinha dela.

O J queria retribuir, era claro, virando-me as nádegas para o P para que ele tivesse semelhante visão. Os homens estavam em comunicação. – Que se lixe, pensei eu, assim seja. Virei-me de bom grado, nunca deixando de abocanhar o pénis do J, e até abri ligeiramente as pernas, mostrando mais a rosinha, alinhando na troca promovida por ambos. O J não tardou a esticar-se para com uma mão chegar à minha menina, e com um dedo afagá-la ao mesmo que tentava espreitar para trás de mim de modo a não perder as vistas. O P veria assim a minha coninha a ser atacada, e esse pensamento agradava-me. De facto, toda a cena me agradava. O J sempre me tinha incentivado, nos tinha trabalhado, para que fizéssemos sexo ao lado de outro casal, e apesar dos meus medos e reservas, o cenário estava a corresponder totalmente às minhas melhores expectativas e longe dos meus maiores receios.

O J anunciou então que havia que parar, senão teríamos explosão pela certa. Estava prestes a vir-se.
Olhei para eles, lá fora, e agora o P tinha-se posicionado por trás da I numa canzana vigorosa com ela de 4 em cima da cadeira, tentando equilibrar-se face às penetrações cheias de vontade que eram infligidas pelo macho que ferozmente a castigava. Mesmo como eu gosto! Duro e feroz por detrás, sem medo, até sentir arrepios na espinha.
O J mudou-me então de posição, vindo encaixar-se entre as pernas, começando a beijar-me no interior das pernas, a lamber os lábios externos da minha coninha, enquanto eu me abadonei ao prazer do momento divinal.
Estava a fazer introspeção, tentando não perder a concentração quando senti outros movimentos no quarto! Espreitei e vi a I e o P de mãos dadas a passarem ao lado da cama, a sorrirem. Era impossível não olhar para a verga do P que brilhava ainda lubrificada pelos fluidos da I. Ele arqueava um pouco o corpo para trás para propositadamente tornar o seu membro o centro das atenções, das minhas cima atenções, já que na posição em que eu estava, deitada e virada para cima com a cabeça próxima da cabeceira, via aquele musculo de muito perto a passar em frente à cama. Ele percebeu, claro, e parou. A I colaborou deixando-o parar. O tesão era indiscritível, sentia-me fora de controlo com outro caralho tão perto e com o J a acelerar os movimentos de língua na minha cona. Sentia calor, arrepios, descontrolo, o meu corpo arqueava procurando mais pressão da língua do meu marido, e de cada vez que abria os olhos, no meio daquele êxtase via o membro do P a pulsar dando ligeiros pulos, exibindo-se, pondo-se à disposição.
Ia-me vir, todo o meu corpo anunciava um enorme orgasmo. Finquei as mãos nos lençóis, agarrando-me, o corpo parecia ter vontade própria tentando ora fugir à prisão dos braços do J ora atirando-se contra a língua dele e agora cada vez que entreabria os olhos o P parecia mais próximo. Perdendo o controlo, os gemidos passaram a gritinhos, a gritos e entre os espasmos dei comigo a vir-me sem controlo, prolongadamente, deliciosamente, só eu e o meu prazer, ficando alheia ao que me rodeava por alguns momentos.

Recupero lentamente do estertor, recupero a consciência, e sinto algo quente e duro na minha mão a latejar… estava a segurar o pénis do P, apertando-o involuntariamente. O primeiro instinto foi olhar para o meu marido que meio asfixiado olhava para mim e para a minha mão. Larguei-o de imediato.
Ver a Sandra com o caralho de outro homem na mão foi um choque. É certo que ela sabia o que eu queria, como a tinha incentivado a perder a vergonha, a dar-lhe essa confiança, mas no momento é um choque, pelo foi no início. Fiquei vitrificado, quando levantei o tronco com a Sandra em espasmos orgásmicos e a em convulsão agarrando-se com uma mão ao lençol e a outra ao membro do P. No entanto, confesso que correspondeu inteiramente ao que havia desenhado nas minhas fantasias. De certa forma, fiquei contente que ela me tivesse respeitado ao largá-lo quando saiu do torpor do êxtase mas ao mesmo tempo algo em mim rejubilou por se ter quebrado uma barreira. Nos meus desejos, não poderia ter acontecido de melhor maneira.

A Sandra deve ter experimentado o melhor orgasmo de sempre, pelo tempo que demorou a recuperar, plena de gemidos, rolando na cama, suspirando. Eu fiquei em cima da cama de joelhos vendo a I e o P irem para a cama ao lado, começando a trocar carícias e beijos quentes e envolventes. O P envolvia a I com os braços segurando-lhe as nádegas, e ela segurava no mastro dele masturbando-o gentilmente.
A Sandra recompôs-se e depois de ficar um pouco a olhar para eles, atirou-se ao meu caralho já dorido de tanta pressão e tão pouca ação. Era a minha vez.

A posição era ótima. Tinha espetáculo à borla, muito excitante, e a Sandra tratava agora do seu menino, cheia vontade diga-se, tal o ritmo e a profundidade com que me estava a chupar. Percebi que aqui e acolá ela tentava espreitar de lado e facilitei-lhe a tarefa rodando um pouco para que ela pudesse continuar os sempre fantásticos broches com que me delicia e ao mesmo tempo recebesse doses de excitação extra do espetáculo de sexo ao vivo.
Eis que a I se deita, abrindo totalmente as pernas para que o P a penetrasse. Ele riu-se, e depois de uns momentos a contemplá-la, olhou para nós, para a Sandra, e fez o corpo da I rodar ficando ela totalmente exposta, enquanto levava uma mão à vagina afagando-a suavemente. A Sandra parou de me chupar, tão perplexa como eu certamente. Seria a primeira vez que o sexo de outra mulher se expunha tão perto. O P encaixa-se nela tbm com muita gentileza, aponta a cabeça da sua verga inchada e empurra, possibilitando uma visão privilegiada da nossa parte. Eu estava paralisado e a Sandra abandonou-me para melhor admirar o espetáculo proporcionado pelos nossos amigos. O P começou a empurrar e a penetrar a I e ela fazia com que as suas pernas subissem o mais possível para melhor expor o encontro dos dois sexos em plena foda. Admirável o espetáculo. Eu e a Sandra olhámos um para o outro e sem saber muito bem o que fazer, sentámo-nos um ao lado do outro com as mãos a consolarmo-nos um ao outro enquanto o P vai aumentando o ritmo e a I correspondendo com ruídos de prazer incentivando o macho a penetrá-la cada vez mais forte – vá, fode! Fode a tua coninha, mostra-lhes porque tenho tanto prazer que me comas, mostra!!! Fode-me cabrão!
Quanto a nós estava na hora de acalmar o desejo e a Sandra deitou-se na mesma posição repetindo o convite que a I tinha feito ao seu homem. Parecia calma e sem ponta de constrangimento. Afinal aquilo que parecia uma ideia de difícil de executor estava a ser natural e muito excitante e de alguma forma senti-me aliviado porque com nervos estas coisas podiam correr mal.

Montei-a, enterrando o zequinha com jeito, só a cabeçorra, mas a coninha dela estava tão ensopada de tesão que deslizou até ao fundo, enquanto sentia o pulsar interior dela que massajava subtilmente o meu caralho. Os nossos olhos penetravam nos olhos um do outro enquanto por vezes virávamos a cabeça para eles que fodiam agora a um ritmo frenético. A proximidade era tanta que se sentia o odor a sexo, aos fluidos deles, nossos, misturados. O caralho do P aproveitava toda a extensão da penetração desde os colhões até à ponta da cabeça, dando uma perspetiva ainda mais excitante do acto.

Eles rodaram então para a mesma posição que nós, em espelho e desta forma, ambos podíamos contemplar o espetáculo proporcionado pelo outro casal. Nós riamos um para o outro e elas de pernas bem abertas, não conseguindo disfarçar, trocavam expressões de prazer e gemidos. A atmosfera era demasiado quente para se aguentar muito mais tempo. De repente percebo que a mão da I encontra a da Sandra, apertando-a, agarrando-se mutuamente, sem que a Sandra tenha fugido do contacto. Nem sabia que pensar, mas afrouxei o ritmo, já que parecia que aproximar-se algo mais.

O P tinha também percebido a ligação entre as duas e ia trocando olhares comigo. Saindo de cima da I vai até à lateral da cama e empurra-a juntando as duas camas. Ninguém protestou e as mulheres continuaram em contacto, já não se agarrando mas sim afagando a mão uma da outra.
Mudámos então de posição por iniciativa deles agora com elas de lado, viradas uma para a outra, e nós por trás, replicando a posição que havíamos vivido na praia fluvial, mas muito mais próximos. Eu fui o primeiro a penetrar a Sandra que ajeitou de forma fácil o rabinho para eu entrar. Senti-a totalmente disponível. Eles demoravam mais nos preparativos até que se tornou notório pelos movimentos que iriam fazer anal, com a cara da I a mostrar o “sofrimento” de levar com ele no cuzinho. Um tesão a face dela de frente para nós a fazer caretas de prazer misturado com o esforço de levar com o falo do marido, que não era propriamente pequeno. O P espreitava ao mesmo tempo por cima do corpo da I olhando para nós com ar de algum sadismo enquanto penetrava a I analmente. Sussurrei à Sandra se podíamos imitar, mas apenas ouvia gemidos vindos da boca dela e na ausência de resposta tirei o caralho da coninha dela tentando levar o máximo de humidade possível, e arrasto-o para o outro buraquinho sentindo a S a preparar o ângulo que facilite a penetração no seu cuzinho apertado. À nossa frente a I apercebeu-se e sorriu fitando a S nos olhos no momento em que eu começava a empurrar devagarinho. Só quando estava mesmo com muito tesão me era permitido penetrá-la no cuzinho, e não queria magoá-la. A S torcia-se a cada milímetro que entrava, com gemidos de sofrimento o que levou a I a incentivá-la:

– Vá, devagarinho J, não tenhas pressa. Tira agora durante um pouco, molha-o na cona dela e volta a entrar, devagar…

Ao mesmo tempo, o seu braço estendeu-se e foi apalpar, afagar, as mamas da S. A minha mulher nada fez, aceitou passiva, mas esse estímulo deve ter ajudado a relaxar já que agora a cabeçorra do meu caralho deslizou sem grande dificuldade, ajudada pela lubrificação e pelo estímulo extra, começando a S a empurrar o corpo, as nádegas contra mim, enquanto procurava as mamas da I com uma mão. A outra estava agora no seu clitóris esfregando-se. Parecia que Sandra procurava todas as sensações de uma só vez, sentia o corpo dela totalmente entregue a procurar mais e mais. O ritmo frenético, quase descontrolado, indicava um novo orgasmo dela a qualquer momento. Sem saber bem porquê saí de dentro dela mas a S não ia parar e rodando o corpo virou-se para cima e esfregando-se desalmadamente com as pernas totalmente abertas, veio-se ruidosamente com todos nós a rir para ela e admirar o segundo orgasmo da noite.

A I moveu-se então da cama e foi ter com ela, fazendo-lhe carinhos na barriga enquanto a S se retorcia agora suavemente com uma mão entre as pernas. Da barriga a I passou para a as mamas, e a S levou de imediato a sua mão livre à da I, mas não para a parar, apenas para a fixar no seu peito com carinho. O P foi-se então deitar por cima da I e penetrou-a sem qualquer dificuldade mas arrancando um gemido da boca da I esticando um pouco o traseiro para melhorar o angulo. Nessa posição, o P estava muito mais próximo da S do que alguma vez tinha estado e após algumas estocadas, sussurrou algo ao ouvido da I, esta sorriu, fitou o olhar nos olhos da S e beijou-lhe a maminha mais próxima. Eu estava de lado, de joelhos, a afagar o meu caralho deliciado com a cena. Era como se a S estivesse sozinha com outro casal sozinha e eu não existisse.

A I tinha agora a S à sua mercê e trabalhava o biquinho dela com carinho, suavidade, veneração primeiro concentrando-se apenas naquele pedacinho de prazer feminino para pouco depois começar a procurar os olhos da S enquanto sugava e lambia suavemente a minha mulher que não tirava os olhos da boca da I a qual com outra mão acariciava a mama mais longínqua com uma suave massagem, intercalada com pequenos beliscões e apertos do mamilo. A cena estava demorada e a I controlava agora a situação, embora com dificuldade, pois o P continuava a penetrá-la por detrás analisando de perto a mulher a trabalhar a S, até sussurrar de novo algo ao ouvido da I em jeito de quem dá instruções. A I arrastou-se para cima da S ficando agora com o maravilhoso par ao seu dispor brincando com elas enquanto umas das mãos viajava já pela barriga e pelo triangulo de pintelhos aparados da minha mulher, agora passiva e sem se manifestar fisicamente, até porque depois de dois orgasmos o corpo fica satisfeito, anestesiado. Parecia estar apenas a gozar o momento, a boca de outra mulher, a pele dela, as mamas das I que agora iam estando em contato com o seu corpo, com as suas mamas. Pacientemente, a I ia gozando o corpo da S, quase parecendo que buscava mais prazer do que aquele que pretendia dar e eis que levanta a cabeça, ficando o seu olhar nos lábios da S e beijando-a suavemente uma vez…, esperando a reação que não teve…duas vezes, mordendo o lábio da S suavemente, …e à terceira os lábios pegam-se uns nos outros e as línguas tocam-se, num beijo intenso que vai subindo de intensidade. Em simultâneo a I leva a mão até ao papinho da S afagando a zona genital, a coninha da S.
O P parecia anestesiado e tinha diminuído o ritmo da penetração. Eu já não aguentava e fui para os pés da cama abrindo suavemente as pernas da S observando a mão da I na lelezinha, aproveitando a I para introduzir um dedo naquele terreno melado por dois orgasmos e uns quantos minutos de nova dose de excitação. Eu já não podia e fui-me encaixar na minha mulher, enterrando-me sem resistência com o meu caralho a latejar. A I estava agora de quatro com o P a comer-lhe o traseiro numa canzana, mas sem largar a S que correspondia apalpando, afagando, brincando com as mamas e os biquinhos da I. Ficámos assim um pouco, até que a S saiu daquela posição e se colocou na mesma posição deles e lado a lado, quase com os corpos das mulheres a tocarem-se lateralmente. As duas estavam agora de rabo empinado e cada um dos homens podia ver com pormenor o outro a penetrar a sua mulher.

Impressionante visão, maravilhosa e entesoante proximidade. Eu já não aguentava e fiz sinal ao P. Ele deve ter entendido mal e estendeu a mão para a nádega da Sandra acariciando-a em toda a extensão, enquanto a S olhou de imediato para trás sentido uma textura da mão diferente, do toque provavelmente, olhando para mim com um olhar de surpresa e de forma algo incomodada.
Em simultâneo, o P saiu de dentro da I com o pau em riste, reluzente, como quem esperava que eu fosse ocupar o lugar dele, dando-me espaço para avançar. Elas espreitaram para trás, e nós comunicávamos procurando perceber o equívoco com os olhos. Ele esperava uma decisão, mas eu não abandonei a S e fiz-lhe sinal com os olhos negando a intenção. Algo me conteve, já que a S ao contrário do que estávamos a fazer, nunca me tinha dado nenhum sinal de fazer troca de casais e além disso, em muitos aspetos, a noite já me tinha dado vários prazeres e preenchido algumas fantasias.

Estava a chegar ao fim, a sentir o orgasmo a aproximar-se acelerando o ritmo, enquanto o P já urrava ejaculando no traseiro e nas nádegas da I. A S espreitava para trás, e a I incentivava o marido a largar todo o leitinho que tinha. Estava na minha hora e fui aumentando o ritmo e a força das estocadas nas fabulosas nádegas da S que teve dificuldade em manter a posição. A I num movimento rápido, já livre do P, deslizou para baixo da minha mulher em posição de 69, para surpresa geral, de forma a poder lamber a S enquanto eu a penetrava, ao mesmo tempo que me acariciava o saquinho, os meus tomates. Que sensação indiscritível ao sentir a I a lamber o clitóris da S, a imaginar a visão que tinha a ver o meu pau a entrar e sair da coninha da S, e a mão dela a atacar as minhas bolinhas.
Tive que abrandar de novo, enquanto a S começava a responder aos dois estímulos em simultâneo gemendo cheia de prazer e abrindo mais as pernas, buscando mais pressão da língua da outra mulher. Não era possível aguentar mais e vim-me intensamente, urrando de prazer sem que a I parasse de lamber perante a minha ejaculação. Mantive-me totalmente dentro da S sentido o leitinho a cada golfada inundá-la. A I, enquanto a S saía de cima de si sorria, meio asfixiada, e com a boca brilhando da mistura dos nossos fluidos. Na cama ao lado, o P já flácido, ria-se contemplando o sexo ardente na nossa cama.

Acabámos todos refastelados nas duas camas a descansar da quase uma hora de sexo louco vivido. Não parecia que para eles a experiência fosse nova tendo em conta o à vontade em tocarem em nós, e as ousadias que com certeza não foram inventadas naquele momento. Aproximei-me da S e trocámos um beijo muito gostoso e cúmplice. De certa forma, o beijo fechou-nos de novo no nosso amor, reclamando um do outro a posse através de um beijo saboroso e próximo.
Ali ficámos cada casal em cada cama, dizendo parvoíces, ainda assim com respeito mututo, de forma natural com uma proximidade muito grande. O J começava a fechar os olhos e eles anunciaram que estava na hora de se retirarem.

Quando a porta bateu, o J ficou a olhar para mim esperando um comentário meu. Não sou boa nessas coisas. Ao invés fomos tomar um duche.
Mas o J queria falar e depois do duche veio a pergunta: então? Está tudo bem? – Sorri e disse-lhe que sim, que estava.
– Sentiste-te bem? A mim pareceu-me que sim, que apreciaste cada momento, mas sou suspeito.
Agarrei-me aquela confissão e perguntei: – És suspeito porquê?
– Porque sabes que esta fantasia viaja comigo há muito tempo e ter-te visto a disfrutar como disfrutaste, dois orgasmos intensos e até podias ter ido ao terceiro quando eu me vim e a I ficou a lamber-te, realizou-me completamente.
– Sim, gostei muito. Foi bom – não havia como esconder. Todo o envolvimento foi perfeito, nada tinha sido mecânico e forçado e tinha havido empatia com eles. Foi ótimo.
– É para repetir? Perguntou ele, querendo apressar algo quando devíamos estar a disfrutar do momento.
– Já estás a pensar noutra? perguntei eu, ainda agora acabámos esta!!!
– Tens razão, anuiu ele.
Por momentos a conversa parecia que ia acabar ali, já relaxados em cima da cama a olhar para umas imagens na TV ligada mas longe de lhes prestar qualquer atenção.
– Foi bom, não foi? A I estava mesmo fisgada em ti. Queria mesmo sentir-te e tu adoraste – olhando para mim de soslaio para ver a minha reação.
– Foi, já disse que foi. Também gostei, mas sabes que não gosto de falar destas coisas!!! Com um ataque de timidez repentina.
– Deixa-te disso! Acabas de te envolver com outro casal, com outra mulher e tens um ataque de púdica? É importante sabermos o que cada um sentiu.
– Já te disse que sim. Gostei, foi bom, pelo sexo mas principalmente pelo envolvimento, pela sedução.
Seria agora que o silêncio traria uma noite de sono? Parecia que sim até porque o J me puxou para o pé dele, abraçando-me e dando-me um beijo de amor.
– Então e se tenho feito a vontade ao P? – perguntou o J de forma malandra…
– Que coisa! Não podemos dormir? Vá, já chega – Mas eu sabia que ele não desistiria tão facilmente.
– Não sei…francamente não sei.

Fiquei a pensar para mim que o momento estava tão intenso que provavelmente não o teria parado, não o teria evitado. Não conseguia confessar ao J, ainda não conseguia, que a ideia me excitava, apesar de contida pela minha racionalidade. Se o J tivesse aceitado, provavelmente teria adorado sentir o outro macho até pela forma como ele fodia a I, ainda por cima tendo a certeza agora que isso não afetaria de forma nenhuma a nossa relação. Sabia-o agora, de novo nos braços do meu marido e com um sentimento bem maior de partilha e confiança.
Sentia-me satisfeita, preenchida. Que dia aquele alucinante. É certo que sempre tinha mostrado cepticismo, desconfiança de entrar nestas maluqueiras, mas contrariamente aos meus receios, tudo tinha sido natural e muito, muito excitante, bem para além do que podia imaginar. Apesar do prazer sentido, ainda bem que não passámos a fronteira da troca de casais que podia ter despoletado reações inesperadas. Sentir a suavidade, as carícias e o toque de outra fêmea provocou sensações de prazer esperadas e desejadas, diferentes, muito diferentes do que o J me proporciona.

Ter realizado a fantasia do J e ter sentido o respeito e sensibilidade dele durante esta aventura foi reconfortante e aumentou a minha confiança nele. Sentir outro homem perto, ter o seu caralho na minha mão ainda que de forma involuntária, a sua gula por me querer comer sem contudo o ter feito, despertou-me a libido e aquela carícia no meu rabo mesmo debaixo dos olhos do J põe-me secretamente o desejo a ferver, sobretudo porque agora sinto que é possível prazer sexual sem pôr em causa a minha relação com o J. Será que….?

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